domingo, 25 de maio de 2014

Ventos tecnológicos semeiam para os quatro cantos do mundo a cultura e a arte de São João del-Rei

Quem pensa que o velho e o novo são inimigos; que o ontem, o hoje e o amanhã não dialogam, não conhece São João del-Rei. Não é senso comum, mas a visão dinâmica reconhece que a face "heterogênea" da paisagem urbana são-joanense é fruto de um coração que pulsa vivo há 300 anos. Umas vezes ingênuo, outras inocente, iludido e algumas até ingrato, mas involuntariamente vivo diante do novo que chega a cada estação.

O tempo, ao movimentar os ponteiros do relógio da Matriz, à revelia dos são-joanenses leva consigo muita coisa: certezas, crenças, costumes, saberes, sonhos. Só o cultivo da lembrança e da memória podem deter dele esta desesperada ação.

Mas o que desconfiadamente é visto de "esgueio" pelos conservadores e saudosistas - a tecnologia -, tem se mostrado valorosa aliada da cultura de São João del-Rei nestes tempos digitais, ao registrar e disponibilizar para mundo, pela internet, a riqueza singular de nossa terra.

Blogs, perfis pessoais e institucionais no facebook, canais no YouTube, reportagens, comentários, entrevistas, estudos, depoimentos, fotos, vídeos, sons e outros registros eletrônicos captam a essência de São João del-Rei nas ruas, nas igrejas, nos teatros, nas procissões, nas folias, nos congados, nos terreiros, nos folguedos, nas orquestras, nas torres, nos largos, nas rodas de samba e capoeira, nas esquinas e encruzilhadas, nos altos da Serra e ao longo do Córrego do Lenheiro - enfim, onde tiver sopro de vida nossa cidade.

Duvida? Então veja, entre as retrancas da coluna à direita desta página, alguns exemplos de registros e breves documentários sobre São João del-Rei disponibilizados principalmente no YouTube. E também no final de vários posts deste Alamanaque Eletrônico.

São frutos da ação louvável de são-joanenses, alguns muito jovens, que voluntariamente chamaram para si a responsabilidade de colher na fonte autêntica as genuínas expressões culturais de nossa cidade e semeá-las aos quatro ventos para que se disseminem e possam ser conhecidas por todos, o tempo todo, em todas as partes do mundo...

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