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Mostrando postagens com o rótulo turismo

Semana Santa de São João del-Rei, original e autêntica, é destaque na mídia regional

Por sua originalidade genuína como tradição setecentista, única em Minas Gerais e no Brasil, a Semana Santa de São João del-Rei vem ganhando grande espaço na mídia regional em 2014. Trata-se de reconhecimento merecido, pois a preservação destas celebrações, não só como expressão de fé, mas também como manifestação artística, é fruto do esforço e da dedicação dos são-joanenses, amantes da riqueza cultural barroca herdada de seus antepassados: pais, avós, bisavós, tataravós... Sobre este assunto, veja, abaixo, uma reportagem recente do programa Viação Cipó e matérias veiculadas este mês no canal G1 . http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2014/04/oficio-das-trevas-e-tradicao-secular-na-semana-santa-de-sao-joao-del-rei.html

Fortim dos Emboabas: riqueza ainda escondida entre as pepitas de ouro de São João del-Rei

O passado de São João del-Rei, notadamente nos tempos coloniais, resplandece não só de ouro e arte. Ele reluz fatos históricos decisivos em um momento em que Minas Gerais nascia e o Brasil, ainda Colônia Portuguesa, firmava as juntas na construção de sua identidade - como povo e como pátria. Mas São João del-Rei - é verdade - ainda não utiliza, convictamente, a lembrança de fatos históricos em favor do seu fortalecimento turístico. Um dos mais antigos e marcantes acontecimentos que literalmente incendiaram o Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar foi a Guerra dos Emboabas. Em um brutal enfrentamento acontecido na região ocorreu o sangrento Capão da Traição - episódio violento no qual forasteiros "emboabas", vindos de toda parte para Minas em busca de riqueza, enfrentaram e massacraram os bandeirantes paulistas que insistiam pela exclusividade na exploração e posse das minas de ouro. Hoje na sombra do passado, o Capão da Traição foi definitivo na criação das primeira...

Folias de Reis anunciam - com cor, suor, devoção e alegria - o Natal em São João del-Rei

São João del-Rei está em um momento muito feliz. Não apenas pelo calor e entusiasmo com que está comemorando os 300 anos da criação da quarta vila  de Minas Gerais, ou melhor, da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, quando o Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar do Rio das Mortes foi elevado à categoria de Vila, com o nome de São João del-Rei, em homenagem ao faustoso soberano português D. João V. São João del-Rei está em um momento muito feliz porque está voltando seu olhar para si própria. Não que negue e desvalorize o mundo que existe do outro lado da Serra do Lenheiro, mas sim porque está garimpando suas próprias riquezas, se apropriando de seus tesouros culturais, reconhecendo suas origens e reforçando-as como bases de sua identidade e de sua cultura. É de posse desta história, desta memória e deste patrimônio que, a partir de então, São João del-Rei vai se apresentar para o mundo. E recebê-lo na intimidade dos quintais da alma são-joanense, onde se cultiva e co...

Em São João del-Rei, herói Tiradentes encontra Tancredo Neves. Séculos XVIII e XXI se abraçam!

Há 267 anos, no dia 12 de novembro de 1746, na capela de São Sebastião do Rio Abaixo, pertencente à paróquia da Vila de São João del-Rei, foi batizado um menino, nascido na Fazenda do Pombal, então pertencente à mesma Vila. Seu nome de batismo? Joaquim José da Silva Xavier. Apelido como ele ficou mais conhecido? Tiradentes. O maior herói de Minas Gerais e o grande símbolo do sentimento brasileiro de soberania e amor à liberdade. Sua história, todo mundo sabe: não teve madrinha, era o quarto de nove irmãos, ficou órfão de mãe aos 9 anos, tornou-se dentista - daí o apelido Tiradentes - e alferes de cavalaria. Foi o grande idealizador da Inconfidência e o único sumariamente castigado com o sacrifício da morte em forca, diante da multidão. Esquartejado, seu corpo, antes suspenso no cadafalso, novamente fora elevado, em partes, pelos caminhos onde andou. Transformado em símbolo, Tiradentes tornou-se um ente abstrato. Uma lembrança distante na cidade onde, historicamente, em 1746...

Sinais de São João del-Rei do outro lado e muito além da Serra do Lenheiro

Os são-joanenses quarentões e cinquentões certamente se lembram do selo acima - um adesivo plástico que na década de 80 foi afixado em muitos automóveis de São João del-Rei ou que passavam pela cidade. Nos veículos, além dos limites do município, informava a todos que a bordo possivelmente tinha um são-joanense ou alguém que nutria admiração e carinho pela cidade. Para os são-joanenses ausentes da terra onde os sinos falam, funcionava como um código de identificação nativista, que facilitava a descoberta e o encontro de conterrâneos bem abria caminho para aproximações e amizades. Mediado pelo adesivo, voltavam em memória a São João del-Rei. Hoje, São João del-Rei não tem mais uma peça que cumpra esta finalidade - ostentar a identidade e o orgulho de ser são-joanense. Aliás, salvo uma ou outra exceção, São João del-Rei é pobre em souvenirs que levem até muito longe lembranças da alma local, apesar de ser uma cidade tão rica de memória, patrimônio, arte e cultura... A cidade car...